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Reforma da Previdência: governo sinaliza novo ataque ao BPC

Planalto pretende aumentar de 65 para 68 anos a idade mínima para o acesso de idosos e pessoas com deficiência pobres ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) [Escrito por: Tatiana Melin / CUT] A intenção do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) de acabar com as políticas de proteção social, sobretudo as que garantem um mínimo de dignidade à população mais pobre do País, não se resumirá ao novo texto da proposta de reforma da Previdência, que o governo pretende colocar em votação em fevereiro, após o fim do recesso parlamentar. Temer quer aumentar de 65 para 68 anos a idade mínima para que idosos e pessoas com deficiência físicas - Leia mais [...]

ZÉ MARRETA Nº 1393 – COMISSÃO DE PLR: só depende da Arcelor

 [PDF AQUI]: EDIÇÃO Nº 1393 – 26/01/2018 COMISSÃO DE PLR: só depende da Arcelor / Rapidinho: Contradição da ArcelorMittal inviabiliza acordo iminente / Campanha do G19 caminha para Dissídio Coletivo / TABELA DE REVEZAMENTO DA ARCELORMITTAL – Reuniões setoriais / Empresa de Nova Era faz até boletim de ocorrência contra o Sindicato / Relatório da Comissão da Verdade em MG destaca repressão ao Sindicato de Monlevade - Leia mais [...]

Economia em crise prejudica negociações coletivas

Inflação baixa é elemento positivo nas negociações coletivas para conquista de aumentos mais consistentes mas, em 2017, trabalhadores não viram isso acontecer [Escrito por: CUT Nacional] A subseção do Dieese da CUT fez uma análise dos reajustes salariais conquistados em 2017, ano em que o Brasil registrou baixo crescimento econômico, incertezas e instabilidades que impactaram nas negociações coletivas e concluiu que, para a classe trabalhadora, não há sinal da tal recuperação econômica tão festejada pela mídia conservadora. Sem crescimento econômico, com altas taxas de desemprego e aumento da informalidade é muito pequena a margem para aumentos reais nas negociações coletivas e, apesar da inflação baixa, muitas categorias não conseguiram conquistar - Leia mais [...]

Temer deu bilhões a grandes empresas, mas veta apoio a microempresário

[Escrito por: Leonardo Sakamato (Blog do Sakamoto)] Entre as justificativas apresentadas: o fato que a medida não apresentou um estudo mostrando seu impacto nas contas públicas e sua previsão de compensação, fará com que o governo desrespeite a Lei de Responsabilidade Fiscal e pode estimular empresas a não pagarem impostos à espera de um parcelamento governamental. A informação foi confirmada pelo presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, que se reuniu com Temer. A ideia, segundo ele, é buscar resolver o problema do impacto econômico e, depois, pedir para o Congresso derrubar o veto. Sensato o pacote de justificativas, não? Então, porque o mesmo não foi aplicada para barrar a concessão - Leia mais [...]