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Participantes do “Grito dos Excluídos” pedem por justiça e igualdade

A Arquidiocese de Itabira-Coronel Fabriciano realizou em João Monlevade, no Dia da Independência (7 de setembro), a 24ª edição do Grito dos Excluídos. Representantes de pastorais da região, movimentos sociais e imprensa independente participaram do evento. O Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmon-Metal) foi um dos apoiadores da iniciativa. Com o lema ““Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégios””, houve concentração às 8h na Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto), onde se iniciou uma caminhada até o trevo da avenida Armando Fajardo com BR-381 (“rodovia da morte”), que foi abraçado simbolicamente. Participantes carregaram faixas e cartazes com mensagens por democracia, igualdade e justiça, e nomes de trabalhadores rurais assassinados foram expostos em cruzes carregadas - Leia mais [...]

Igreja Católica e movimentos sociais realizam 24ª edição do Grito dos Excluídos no dia 7 de Setembro

Este ano, a Paróquia São Luis Maria de Monfort, de João Monlevade, sediará no dia 7 de setembro o Grito dos Excluídos Diocesano da Arquidiocese Itabira-Coronel Fabriciano, que tem apoio do Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmon-Metal), entre outras entidades e movimentos sociais. A programação prevê concentração às 8h na Ufop, no bairro Loanda, onde terá início uma caminhada até o trevo da BR-381 com avenida Armando Fajardo e, e seguida, à Igreja São Luís Maria de Monfort. Com o lema nacional “Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégios”, esta é a 24ª edição do Grito dos Excluídos, manifestação popular criada pela Igreja Católica e realizada pela primeira vez em 1995. Destinado a promover - Leia mais [...]

Do lado dos patrões, ministros do Supremo aprovam terceirização irrestrita

Por 7 a 4 ministros do STF votaram pela constitucionalidade da terceirização da atividade-fim das empresas. Dirigentes da CUT criticam decisão e dizem que STF não conhece a realidade da vida de um trabalhador [Escrito por: Rosely Rocha / CUT] A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou contra os trabalhadores e trabalhadoras do país ao aprovar, por 7 a 4 votos, a constitucionalidade da terceirização da atividade-fim das empresas. Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, é mais um erro dos ministros do STF que prejudica, mais uma vez, a classe trabalhadora brasileira. “Ao autorizar a terceirização indiscriminada, a Suprema Corte, que é a Casa revisora do - Leia mais [...]