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NOTA DE PESAR – Falecimento da mãe do diretor Budega

É com profundo pesar que o Sindicato dos Metalúrgicos de João Monlevade (Sindmon-Metal) comunica o falecimento da mãe de nosso diretor José Expedito dos Santos Ferreira (Budega). A senhora Ana dos Santos Ferreira, 89 anos, encontrava-se em internação hospitalar há sete dias e faleceu na noite desta sexta-feira (16). O corpo está sendo velado na igreja Assembleia de Deus do bairro Jacuí (Monlevade), na rua Ametista, nº 195. Enterro às 16h30 no Cemitério do Baú. Expressamos nossos sentimentos ao nosso companheiro Budega, aos demais parentes e amigos da família. Sindicato dos Metalúrgicos de João Monlevade (Sindmon-Metal) – 17 de novembro de 2018 - Leia mais [...]

Falta trabalho para 27,3 milhões e o único emprego que cresce é o informal

Postos de trabalho sem carteira ou autônomos são os únicos que crescem no mercado de trabalho. Desempregados somam 12,5 milhões. Total de subutilizados e desalentos continua aumentando [Escrito por: Redação CUT] No Brasil da reforma Trabalhista do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP), falta emprego para 27,3 milhões de pessoas e a geração de vagas formais de trabalho, com registro em carteira e direitos garantidos, estagnou e deu lugar a criação de postos informais, sem direitos e em condições precárias de trabalho. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, divulgada nesta terça-feira (30). Segundo levantamento do trimestre encerrado em setembro, trabalhadores e trabalhadoras - Leia mais [...]

“Da nossa ação depende a existência da democracia”

Presidente da CUT, Vagner Freitas, convoca a militância popular para intensificar a luta e derrotar definitivamente o golpe e a ameaça fascista que assombra a democracia brasileira [Escrito por: Tatiana Melim / CUT Nacional] Assim que ficou definido que haveria segundo turno na eleição para Presidência da República entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), o presidente da CUT, Vagner Freitas, divulgou uma nota afirmando que a luta nessa batalha final para derrotar o golpe, o desemprego, o retrocesso nos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e a fome que voltou a assombrar o Brasil deve ser intensificada nos próximos 20 dias. “Cada um de nós tem a obrigação de - Leia mais [...]

Participantes do “Grito dos Excluídos” pedem por justiça e igualdade

A Arquidiocese de Itabira-Coronel Fabriciano realizou em João Monlevade, no Dia da Independência (7 de setembro), a 24ª edição do Grito dos Excluídos. Representantes de pastorais da região, movimentos sociais e imprensa independente participaram do evento. O Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmon-Metal) foi um dos apoiadores da iniciativa. Com o lema ““Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégios””, houve concentração às 8h na Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto), onde se iniciou uma caminhada até o trevo da avenida Armando Fajardo com BR-381 (“rodovia da morte”), que foi abraçado simbolicamente. Participantes carregaram faixas e cartazes com mensagens por democracia, igualdade e justiça, e nomes de trabalhadores rurais assassinados foram expostos em cruzes carregadas - Leia mais [...]

Igreja Católica e movimentos sociais realizam 24ª edição do Grito dos Excluídos no dia 7 de Setembro

Este ano, a Paróquia São Luis Maria de Monfort, de João Monlevade, sediará no dia 7 de setembro o Grito dos Excluídos Diocesano da Arquidiocese Itabira-Coronel Fabriciano, que tem apoio do Sindicato dos Metalúrgicos (Sindmon-Metal), entre outras entidades e movimentos sociais. A programação prevê concentração às 8h na Ufop, no bairro Loanda, onde terá início uma caminhada até o trevo da BR-381 com avenida Armando Fajardo e, e seguida, à Igreja São Luís Maria de Monfort. Com o lema nacional “Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégios”, esta é a 24ª edição do Grito dos Excluídos, manifestação popular criada pela Igreja Católica e realizada pela primeira vez em 1995. Destinado a promover - Leia mais [...]

Do lado dos patrões, ministros do Supremo aprovam terceirização irrestrita

Por 7 a 4 ministros do STF votaram pela constitucionalidade da terceirização da atividade-fim das empresas. Dirigentes da CUT criticam decisão e dizem que STF não conhece a realidade da vida de um trabalhador [Escrito por: Rosely Rocha / CUT] A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou contra os trabalhadores e trabalhadoras do país ao aprovar, por 7 a 4 votos, a constitucionalidade da terceirização da atividade-fim das empresas. Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, é mais um erro dos ministros do STF que prejudica, mais uma vez, a classe trabalhadora brasileira. “Ao autorizar a terceirização indiscriminada, a Suprema Corte, que é a Casa revisora do - Leia mais [...]