rapidinho

RAPIDINHO Nº 176 – ArcelorMittal insiste em manter tabela atual

Confira a versão em PDF>>> *** – Versão em texto – A reunião entre o Sindmon-Metal e a ArcelorMittal realizada hoje (30/9) – de 9 horas até o início da tarde – não deixou dúvidas: conquistar uma tabela que atenda de fato às reivindicações da categoria exigirá dos trabalhadores e trabalhadoras disposição para se mobilizar; só negociação em mesa não é o bastante. A empresa voltou a descartar a adoção do turno de 12 horas. De acordo com os gerentes, desde outubro de 2011 os três modelos de tabelas que “mantêm a média de horas trabalhadas, atendendo aos critérios de legalidade e custo” já foram experimentados na Usina de Monlevade. - Leia mais [...]

RAPIDINHO Nº 175 – Não tem mesmo saída para o “folgão”?

Confira a versão em PDF>>> *** Versão em texto: A assembleia realizada este mês para verificar o posicionamento dos trabalhadores e trabalhadoras da ArcelorMittal Monlevade quanto a modelos de tabela de revezamento não deixou dúvidas: 66,4% de 438 votos válidos escolheram o turno de 12 horas, com quatro dias consecutivos de trabalho e outro quatro de folga. Os comentários que se ouvem junto à categoria é que a jornada longa é compensada pelo “folgão”, muito bem recebido em locais onde esse modelo é praticado, de acordo com depoimentos colhidos por companheiros. Na Usina de Monlevade, esse modelo é adotado na terceirizada Reframax (veja na pág. 2). O empecilho, segundo a - Leia mais [...]

RAPIDINHO Nº 172 – ArcelorMittal descarta tabela de 12 horas, mas se compromete a buscar alternativa

Confira a versão em PDF>>> *** VERSÃO EM TEXTO: Implantação de tabela com turnos de 12 horas, 4×4 (quatro dias de trabalho, quatro de folga), preferida pelos trabalhadores da Usina de Monlevade de acordo com votação em assembleia há uma semana, foi descartada pela ArcelorMittal em reunião virtual com o Sindmon-Metal na tarde desta segunda-feira (21). Segundo a gerência da empresa, a utilização desse modelo na unidade de Tubarão, no Espírito Santo, teve legalidade reconhecida pelo Tribunal Regional do Trabalho daquele estado, mas o Ministério Público recorreu da decisão junto ao Tribunal Superior do Trabalho. A ação ainda tramita na Justiça. Por esse motivo, não haveria “segurança jurídica” para sua - Leia mais [...]